15 de jun de 2012

Novidade: Ganhei um colaborador

O que escrever em um blog para meninas? Estou me perguntando isso há alguns dias e depois de dias somados parei e disse: "Vou falar de futebol!". Pode parecer engraçado, mas afinal de contas, por que se tem que fazer escolhas e mais escolhas? Será que a nossa vida vai ser eternamente movida por elas? Bom, vocês devem estar se perguntando quem é que está escrevendo. Antes de começar a escrever tinha escolhido um pseudônimo - e laiá, olha mais uma escolha aí, mas que coisa chata -, por que não escolhi meu próprio nome? De novo! Melhor, por que não paramos de fazer escolhas? Afinal, a vida seria sem arrependimentos e culpados. E talvez sem isso todo o questionamento a respeito de coisas que definem seu futuro não se resumiria a uma frase: "Que porra que faço agora?!"

K.R.A* (13/06/12 - 07:58)

*K.R.A é um amigo que manifestou sua vontade de escrever algo para o Quase uma adulta. Como o blog anda meio parado, e eu tinha relatos de que esse amigo escreve ótimos textos resolvi propor uma parceria. É isso mesmo, o Quase uma adulta agora tem um colaborador e, ao contrário da minha pessoa, ele tem um coração doce. Ficamos assim: Eu continuo escrevendo meus textos incompreensíveis e por vezes sem sentido, e o K.R.A passa por aqui sempre que quiser, com seus textos sobre, diversos assuntos (aposto que o amor será sua principal pauta [Risos]). Durante uma conversa, dois outros amigos também manifestaram vontade de colaborar com o blog, porém, como eles querem tratar de assuntos um tanto inusitados ainda preciso pensar a respeito. Prometo pensar com carinho.

12 de jun de 2012

Sobre convicções

Hoje tive uns bons momentos de prosa com um amigo, uma conversa de pessoa normal, pessoalmente ao invés de ser pela internet como o de costume. Entre diferentes assuntos ele me falou um pouco sobre porque tornou-se ateu. Resultado: Eu passei um bom tempo reflexiva. Ele começou a narrar a sequencia de fatos: "Quando eu era pequeno ia pra igreja", eu também ia. "Depois passei a ignorar religiões - eu odeio religiões", somo dois. "Com uma certa idade eu passei a descartar as coisas nas quais não acreditava", eu faço isso às vezes. "Aí, eu parei de acreditar, e de uns dois anos pra cá isso só se fortaleceu". E eu comecei a pensar? Estarei percorrendo o mesmo caminho? Depois de um dia inteiro pensando a respeito cheguei a uma conclusão (só não sei por quanto tempo ela vai durar): Eu não deixei, e não estou nem perto de deixar de acreditar em Deus. Por uma série de motivos simplesmente não consigo deixar de acreditar, é uma necessidade mais forte. A minha fé em Deus continua ao meu redor... Todavia, minha crença na raça humana, ah, essa sim, está mais abalada a cada dia.