17 de jun de 2012

Mais um colaborador

Quando você recebe o e-mail no qual o assunto está da seguinte maneira: "Seu texto, quer dizer meu texto, que é seu, mas também é meu, e seu, ou do blog." já sabe que a coisa tem grandes chances de não dar certo. Mas enfim, vamos testar. Quando eu achar que os textos dele ficaram "sujos" demais, faço com que ele mude de assunto.
No mesmo dia em que eu descobri sobre a existência do blog da senhorita Bruna, sem a menor cerimonia já me envolvi pra escrever alguma coisa já que estava todo mundo falando que ia escrever. O maior problema era sobre o que. Desculpem o abuso, mas a primeira coisa que me veio a cabeça foi sexo, já que a parte de amor já foi ocupada.
Como é o primeiro texto, e como a “que manda no negocio” disse que tinha algumas leitoras mais jovens, eu juro que vou pegar leve, até vocês se acostumarem. ;D
Em muitas rodas de amigos, sejam eles chicos ou chicas, ou até mesmo uma mistura dos dois, SEXO é sempre um dos principais assuntos, consciente ou não, falando do que fez ontem, ou da música nova do Catra que ouviu - que, venhamos e convenhamos, é quase a mesma coisa que praticar o ato -, ainda mais quando ele se junto com a Valeska, mas esse não é o assunto.
No caso dos meninos, em grande parte das conversas sobre o assunto, é sobre o que faria se estivesse com aquela mulher. Na grande maioria das vezes um sonho impossível, BUT, sonhar é um direito de todos e não gera custos,  e é sempre bom, por experiência própria, eu posso afirmar.
Mas tendo como parâmetro algumas de minha amigas, esse negocio de imaginação fértil não é algo que apenas os ninõ, - perdão pelo excesso de espanhol, mas rola todo um prazer nessa coisa latina -, mas a meninas também possuem. Quantas delas não tiveram qualquer tipo de fantasia com um Jhonny Depp ou Adam Levine da vida?! Normal, fiquem calmas não é por causa disso que vocês não vão pro céu, é por outros motivos, claro. Mas para terminar o primeiro texto sem usar as palavras, POSIÇÃO, MÉNAGE ou GRUPO, com muito esforço claro, coloquem na cabeça, é tudo normal, e quase tudo permitido, esse quase fica pra os próximos textos. Vulgo: O Menino da Gravata Preta

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